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B2B HIGH-TICKET · EQUIPAMENTOS DE ESTÉTICA E PODOLOGIA · CINCO ANOS EM DUAS PASSAGENS

Seis recordes mensais. R$ 3 milhões em dez meses. ROAS médio de 21x.

A Ponce vende equipamentos profissionais de estética e podologia para clínicas e profissionais especializados, com ticket médio na casa dos R$ 2.000 e vendas que se fecham pelo WhatsApp depois de uma conversa com o time comercial. Procurou a Loocro em 2020, saiu em 2022 para internalizar o marketing e voltou em meados de 2025. O retorno gerou seis recordes mensais em dez meses, ROAS médio de 21x e o melhor ano da história da empresa em treze anos de mercado.

Os valores de receita estão em reais. Métricas de investimento em anúncios em dólares. ROAS é neutro em relação à moeda.

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R$ 3M+
em 10 meses (no retorno)
21x
de ROAS médio
39x
de pico de ROAS (ago/2025)
6
recordes mensais históricos
5 anos
em duas passagens

Seção 1 · O Problema

A Ponce vende equipamentos profissionais de estética e podologia para clínicas, profissionais autônomos e especialistas em tratamentos: aparelhos de fototerapia LED, equipamentos de eletrocautério, protocolos clínicos completos e toda a infraestrutura que uma clínica precisa para começar a operar com seriedade. O ticket médio gira em torno de R$ 2.000, e as vendas se fecham pelo WhatsApp, depois de uma conversa real entre o cliente e o time comercial. O anúncio cumpre o papel de abrir a porta. Quem faz a venda acontecer é o comercial, do outro lado dessa conversa.

Quando o Danilo procurou a Loocro pela primeira vez, no início de 2020 e em plena pandemia, a Ponce já estava no mercado há mais de uma década e ainda não tinha rodado uma campanha paga sequer. O market share da empresa girava em torno de 1%, o que significava, na prática, que 99% das clínicas potenciais continuavam comprando da concorrência. Havia produto, havia time comercial, havia mercado. Faltava o canal que levasse essas duas pontas a se encontrarem em escala.

A recomendação para procurar a Loocro veio de um consultor de marketing. A partir dali, construímos com a Ponce toda a operação de growth do zero: a estrutura das campanhas, o sistema de criativos, a segmentação de audiência e o rastreamento de conversão. Nos dois anos e meio que se seguiram, a receita mensal da empresa passou a girar acima de R$ 200 mil, com a Loocro cuidando integralmente da mídia paga.

Em dezembro de 2022, o Danilo e o sócio decidiram tentar um caminho diferente: trazer o marketing para dentro de casa e operar a estrutura por conta própria. Ao longo dos dois anos e meio seguintes, também experimentaram outras agências, em momentos distintos, na tentativa de encontrar um arranjo que funcionasse melhor para o momento da empresa.

Seção 2 · O Diagnóstico

Quando a Ponce voltou para a Loocro, em maio de 2025, tínhamos dois conjuntos de dados para ler lado a lado: o histórico dos primeiros dois anos e meio da parceria original, e tudo o que havia sido construído pela empresa por dentro e pelas outras agências durante o período em que ficamos fora. A leitura desses dois lados em conjunto deixou três pontos bem claros.

01O período fora deixou visível o que estava faltando.

Entre janeiro de 2023 e maio de 2025, a receita mensal da Ponce ficou em torno de R$ 199 mil em média. Não foi um colapso, mas também não houve crescimento sequer acima da inflação, que é o mínimo necessário para uma empresa se manter saudável no Brasil. A Ponce testou a internalização, experimentou outras agências ao longo desse tempo, e o atendimento inicial dessas trocas costumava ser atencioso. Com o passar dos meses, no entanto, o foco se dispersava e as parcerias acabavam perdendo intensidade. O que não conseguiu ser reproduzido, nem pela operação interna nem por essa sucessão de fornecedores, foi algo que costuma ser difícil de nomear: a camada estratégica que vem de trabalhar com dezenas de empresas em paralelo, o ritmo semanal de ter alguém de fora questionando as premissas que estão sendo seguidas, e a visão de mercado que nenhum prestador de serviço com atenção dividida consegue oferecer com a profundidade necessária.

02A conta de anúncios existente tinha valor real, e jogar tudo fora seria um erro caro.

Em dois anos e meio de operação, a Ponce havia acumulado um histórico relevante de sinal de pixel, de público trabalhado e de estrutura de conta. Resetar tudo e recomeçar do zero significaria voltar para uma fase de aprendizado das plataformas, e a empresa não tinha como sustentar essa pausa de performance no meio da operação. O caminho certo era assumir a conta intacta e reconstruir aos poucos, em cima do que já estava de pé, sem precisar destruir o que vinha funcionando para colocar o novo no lugar.

03B2B high-ticket consultivo é, na essência, uma operação que depende do time comercial.

O Danilo e o sócio são técnicos por formação, e conhecem o produto que vendem com profundidade. Mas nesse tipo de negócio o anúncio sozinho não fecha venda nenhuma: ele abre uma conversa pelo WhatsApp que precisa, do outro lado, de um time comercial preparado para conduzir essa conversa até o fechamento. Qualquer arquitetura de campanha que fôssemos montar tinha que ser pensada em torno da capacidade real desse time, porque, nesse modelo de venda, a qualidade do lead que chega importa muito mais do que o volume, e o perfil certo de comprador vale mais do que dez perfis errados juntos.

O diagnóstico se resumia a três movimentos: assumir a conta intacta sem destruir o histórico que tinha valor, reconstruir a camada estratégica e a criativa por cima da estrutura que já estava de pé, e desenhar as novas campanhas em sintonia com a capacidade real do time comercial.

Seção 3 · O Que Mudou

A Loocro assumiu a conta de anúncios da Ponce em junho de 2025 com a mesma estrutura e todo o histórico de pixel preservados. A ideia não era começar do zero, e sim proteger a receita que já estava entrando enquanto colocávamos a nova arquitetura no lugar, peça por peça, sem comprometer o que vinha funcionando para abrir espaço para o que precisava ser construído em seguida.

Arquitetura de campanha reconstruída em torno do funil real da Ponce.

No Meta, a segmentação foi montada por tipo de profissional (podologia, capilar e estética) e também por linha de produto, o que nos permite chegar até cada perfil de comprador com o argumento certo e o equipamento certo na frente dele. Em paralelo, ativamos campanhas de remarketing voltadas para o público de envolvimento, as pessoas que já interagiram com a marca dentro das redes sociais, e também para quem visitou o site sem fechar a compra, trazendo essas pessoas de volta para a conversa em momentos diferentes da jornada de decisão.

No Google, o foco principal está no fundo de funil, com campanhas calibradas em torno da segmentação por palavra-chave, capturando compradores que já estão procurando ativamente por modelos específicos de equipamento, por protocolos de tratamento ou por aplicações clínicas que precisam resolver. Mais recentemente, passamos a rodar também campanhas no YouTube Shorts usando os melhores criativos em vídeo que já tinham sido validados dentro do Meta, aproveitando o aprendizado de performance que veio de lá e estendendo o alcance da Ponce para um inventário diferente, com custo competitivo.

Relatórios migraram para ROAS segmentado por campanha, por audiência e por criativo.

O ROAS médio continuou ocupando o resumo mensal como métrica principal, e, como a tabela da próxima seção mostra, ele é notável por si só. Por trás desse número, no entanto, era o ROAS segmentado que conduzia a realocação semanal de orçamento, respondendo a perguntas concretas: qual audiência merecia receber mais investimento naquela semana, qual criativo estava carregando o canal nos resultados, qual campanha precisava escalar e qual já dava sinais de que era hora de cortar.

A camada estratégica voltou a ser ativa, como deveria.

Conversas semanais com o Danilo, olhando juntos o que estava funcionando, o que não estava, e o que valia testar em seguida. Aquela visão de mercado que só quem trabalha com dezenas de empresas em paralelo consegue ter na ponta da língua. O tipo de pensamento de fora do negócio que nenhum time interno, por mais qualificado que seja, consegue produzir sozinho sem essa perspectiva externa.

Seção 4 · As Métricas

MêsReceita (BRL)ROAS
Jun/2025R$ 159.89923,1x
Jul/2025R$ 273.44824,8x
Ago/2025R$ 341.43839x 1
Set/2025R$ 327.98022,8x ■
Out/2025R$ 363.39223,1x
Nov/2025R$ 507.39322,4x ■
Dez/2025R$ 181.17312,7x ■
Jan/2026R$ 242.99018,9x
Fev/2026R$ 254.24315,0x ■
Mar/2026R$ 364.59922,8x ■
Total / média 21xR$ 3.016.555

■ = recorde mensal histórico (melhor mês daquele mês-do-ano na história da empresa). 1 ROAS de agosto: receita mensal total dividida pelo investimento em Meta Ads.

Como ler essa tabela: São seis recordes mensais históricos batidos em dez meses de operação. 2025 fechou como o melhor ano da Ponce em treze anos de mercado, superando o recorde anterior, que tinha sido estabelecido em 2021 (justamente o último ano completo da primeira passagem da empresa pela Loocro). A receita mensal média desde o retorno está em torno de 52% acima da média mensal dos dois anos e meio em que a Ponce esteve fora, o que mostra que o salto não é uma soma de meses bons no encaixe da tabela: é o patamar da operação inteira que subiu.

R$ 3 milhões em receita atribuída, em dez meses de operação dessa segunda passagem.

Seção 5 · O Impacto no Negócio

Os recordes contam parte da história, mas não a parte mais importante. O que de fato mudou para o Danilo e para o sócio, com a volta da parceria, foi algo que custa a aparecer numa tabela de ROAS: o tempo deles foi devolvido ao trabalho onde eles geram mais valor.

Ambos são técnicos por formação. Cada hora que eles passavam preocupados com a performance das campanhas, comparando proposta de agência ou debatendo a direção criativa do próximo anúncio era uma hora a menos no produto que vendem, no atendimento das clínicas que confiam neles, ou nas conversas comerciais que fecham, uma a uma, tickets de R$ 2.000 que sustentam a empresa.

Com o retorno à Loocro, as reuniões semanais passaram a cobrir o que importa estrategicamente, e a execução voltou a rodar sem que eles precisem estar no meio dela. Os recordes que vieram em seguida não são apenas mérito das campanhas ficando mais bem ajustadas com o tempo: são também consequência direta dos fundadores conseguirem voltar a fazer o trabalho que só eles, dentro daquela empresa, conseguem fazer com a profundidade necessária.

"O que mais pesou quando voltamos foi a parte estratégica. Eu e meu sócio somos técnicos, e a gente sempre procurou alguém que pudesse ajudar com estratégia de vendas. Uma empresa só compra a ideia quando confia no parceiro."

Essa camada estratégica é justamente o que costuma ser mais difícil de construir dentro de casa, e foi por isso que a Ponce, depois de testar caminhos alternativos, acabou voltando.

Janeiro, fevereiro e março foram melhores do que toda a nossa história, do começo até agora. No nosso melhor mês batemos 39x de ROAS, o que é muito difícil de alcançar. Em março, que foi o melhor mês da nossa história, ainda conseguimos 22,8x. É um resultado excepcional.

O que pesou mais quando voltamos foi a parte estratégica. Eu e meu sócio somos técnicos, e a gente sempre procurou alguém que pudesse ajudar com estratégia de vendas. Uma empresa só compra a ideia quando confia no parceiro, e tudo que o Paulo trouxe pras nossas reuniões foi relevante. Foi por isso que a gente implementou de verdade, e foi por isso que a gente viu o resultado.

Eu recomendo a Loocro por essa proximidade, pelo acompanhamento consistente que não te deixa na mão e pela visão mais ampla de mercado: eles trabalham com muitas empresas diferentes, então enxergam o que pode ser feito.

Danilo Danilo Founder @ Ponce
Perguntas que fundadores B2B high-ticket costumam fazer sobre esse case

FAQ

Por que a Ponce decidiu deixar a Loocro em 2022?
O Danilo e o sócio são técnicos que queriam, naquele momento, testar como seria rodar o marketing dentro de casa. A gente mediu junto com eles os riscos e os benefícios dessa internalização, e seguiu disponível para apoiar a decisão que eles considerassem mais coerente com o momento da empresa. Era um movimento arriscado, mas que fazia sentido como experiência de gestão. Nós, do lado da Loocro, aproveitamos o tempo em que a Ponce esteve fora para aperfeiçoar nossos próprios processos internos, o que acabou fazendo uma diferença grande quando a parceria foi retomada. Ao longo desses dois anos e meio, a empresa também experimentou trabalhar com outras agências em momentos diferentes, e o atendimento inicial dessas trocas costumava ser atencioso, mas, com o passar do tempo, o foco se dispersava e as parcerias acabavam perdendo intensidade.
Um ROAS de 39x parece impossível. Esse número é real?
Sim, é real, e a tabela mês a mês logo acima mostra isso de forma transparente. Agosto de 2025 bateu 39x especificamente dentro do Meta Ads, e a média dos dez meses do retorno se estabilizou em 21x, que é o número que mais vale para uma leitura honesta da operação. Em B2B high-ticket consultivo com ticket médio em torno de R$ 2.000 e um perfil de comprador bem definido, esse tipo de retorno é absolutamente possível, porque a conta fecha bem por trás: o investimento em mídia paga é pequeno comparado com a receita que cada venda fechada gera. O que o número mostra são os fundamentos sólidos do próprio negócio da Ponce, não um pico isolado de campanha.
A Loocro reescreveu as campanhas da Ponce do zero quando ela voltou?
A operação de campanhas foi de fato repensada, mas isso aconteceu de forma gradual. Assumimos a conta de anúncios com a estrutura e todo o histórico de pixel preservados, e fomos colocando a nova arquitetura por cima dela, peça por peça: campanhas reconstruídas em torno do funil real da Ponce, relatórios migrados para ROAS segmentado, revisões estratégicas semanais reativadas. Não fazia sentido fazer um reset total, porque isso traria o risco de perder o que estava funcionando e, como a empresa depende de tráfego pago para suas vendas acontecerem, esse risco se traduziria em um colapso de faturamento. Preferimos implementar as mudanças de forma gradual, aumentando o faturamento no mesmo ritmo em que escalávamos as novas campanhas conforme elas iam respondendo. A reconstrução da estrutura levou tempo, na medida certa, mas a mudança da camada estratégica aconteceu desde a primeira reunião.
Seis recordes mensais em dez meses é algo replicável, ou foi uma anomalia específica da Ponce?
É um resultado bastante específico do contexto da Ponce: um negócio high-ticket consultivo com produto sólido, time comercial competente, e uma pausa de dois anos e meio que, paradoxalmente, abriu espaço para um salto significativo no momento em que a camada estratégica voltou a ser ativa. O modelo de trabalho que aplicamos é replicável: preservar o histórico de conta sempre que ele tem valor, reconstruir a arquitetura aos poucos por cima do que já existe, e restaurar a rotina estratégica semanal. Mas a cadência específica de recordes da Ponce não é algo que se prometa antecipadamente para nenhum cliente. O que dá pra prometer com segurança é a direção: negócios com fundamentos econômicos sólidos e processo comercial claro melhoram de forma consistente quando essa camada estratégica está bem calibrada.
Somos um B2B high-ticket consultivo. Em quanto tempo a gente começaria a ver resultados parecidos com os da Ponce?
Depende muito do estágio em que a empresa chega na conversa, mas a curva costuma ter um desenho parecido em casos comparáveis. No primeiro mês, normalmente já é possível ler sinais direcionais sobre o alinhamento entre as campanhas que estão sendo rodadas e a capacidade do time comercial de converter o que chega. Entre o segundo e o quarto mês, o ROAS começa a se estabilizar e a conversão de lead para venda fechada vai melhorando à medida que o time comercial se adapta ao novo perfil de lead que está sendo trazido. A partir do quinto mês, costuma aparecer o tipo de resultado consistente que sustenta meses excepcionais. A Ponce começou a ter recordes a partir do terceiro mês porque a parceria herdou uma conta com dois anos e meio de histórico de pixel já trabalhado e um time comercial que já sabia fechar venda, e isso acelera todo o processo. Quando a operação começa do zero, com pixel cru e time comercial ainda em formação, o ciclo de maturação naturalmente leva mais tempo.
Roda uma operação B2B high-ticket consultiva?

Agende um diagnóstico de 30 minutos.

Trinta minutos da sua agenda, com os números que você tiver à mão. Vamos olhar juntos o seu ROAS por segmento, o feedback que o seu time comercial vem dando sobre qualidade dos leads, a arquitetura das campanhas que estão no ar, e onde a camada estratégica pode estar faltando dentro da sua operação. Você sai da chamada com uma leitura mais clara da situação e decide, do seu lado, o que fazer com essa informação.