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E-commerce · Mesas de Massagem e Equipamentos de Estética · Cinco Anos de Parceria

Cinco anos. R$ 20 milhões em receita atribuída. ROAS Total que subiu ano após ano.

A Audrey vende mesas de massagem e equipamentos de estética para quiropratas, massagistas, esteticistas e operadores do mercado fitness. Em 2021, a empresa rodava só no Google Ads, sem previsibilidade de mês a mês. Cinco anos depois, Meta e Google escalam juntos, com R$ 20 milhões em receita atribuída e ROAS Total que subiu ano após ano.

R$ 20M+
em receita atribuída
7,0x → 11,3x
de ROAS Total, do ano 1 ao 5
16,37x
de pico no Meta (ago/2025)
15,70x
de pico no Google (ago/2023)
5 anos
de parceria em andamento

Seção 1 · O Problema

A Audrey vende mesas de massagem e equipamentos profissionais de estética para um público que tem como núcleo principal quiropratas e massagistas, e que se estende também para esteticistas, donos de clínica e operadores do mercado fitness. É uma marca já estabelecida no segmento, com produto consolidado e demanda real chegando até ela. Quando o Guilherme procurou a Loocro pela primeira vez, em maio de 2021, a empresa já vinha rodando tráfego pago, mas com uma operação que se sustentava em apenas um canal, um problema recorrente e nenhuma previsibilidade de receita de um mês para o outro.

O Google Ads estava no ar. Os resultados eram "ok", mas todo mês a empresa entrava num jogo de adivinhação: a receita oscilava sem padrão claro, não havia um segundo canal para sustentar o que o Google deixasse passar, nem um trabalho sistemático de construção de audiência, e a previsão dos próximos trinta dias dependia muito mais da sorte do que de uma leitura estruturada da operação.

O Guilherme não estava cansado de tráfego pago. Ele tinha visto, nos resultados que vinham chegando, o suficiente para saber que o canal podia funcionar com consistência. O que ele precisava era que aquele canal deixasse de ser uma loteria mensal, e que o resultado do próximo mês pudesse ser planejado com algum nível razoável de confiança em vez de depender de quão favorável o algoritmo do Google estaria naquela semana específica.

Seção 2 · O Diagnóstico

Quando auditamos a conta da Audrey, três pontos se destacaram com clareza e desenharam o caminho do trabalho que veio em seguida.

01O "ok" do Google não era um problema do Google. Era um problema de sistema.

Depender de um único canal de aquisição é, na prática, uma exposição muito alta a um único ponto de falha: se o algoritmo do Google muda, se o CPC dispara em algum leilão específico, ou se uma audiência-chave satura, não existe um segundo motor para sustentar a operação enquanto o primeiro se ajusta. A Audrey não estava performando mal dentro do Google. O que acontecia é que toda a operação dependia, de maneira frágil, de uma única plataforma continuar entregando o que vinha entregando, sem nenhuma rede de proteção do outro lado.

02O Meta era uma oportunidade em aberto, ainda inexplorada.

O Guilherme nunca tinha rodado uma campanha fora do Google, e isso significava que o gerenciador da Meta da Audrey tinha zero histórico de pixel acumulado e zero sinal de audiência construído. Do ponto de vista de quem opera a plataforma, esse tipo de conta crua parece um problema. Mas, do ponto de vista estratégico, era exatamente o contrário: um perfil de comprador bem definido (quiropratas, massagistas, esteticistas, donos de clínica e operadores do mercado fitness) se encaixando praticamente sem ajuste no modelo de segmentação da Meta, e que nunca havia sido impactado por uma única impressão da marca.

03A leitura do ROAS estava sendo feita pelo número agregado.

O ROAS mensal que a Audrey acompanhava era a média de tudo, somando todas as campanhas e todos os canais em um único indicador principal. Esse número agregado servia para mostrar o saldo da operação, mas não permitia enxergar qual campanha específica estava sustentando o resultado e qual estava drenando orçamento sem retorno. A informação necessária para decidir o que escalar e o que cortar estava uma camada abaixo daquele número, e a primeira coisa a fazer era trazer essa camada para a superfície do relatório.

O diagnóstico não era simplesmente "adicionar o Meta como segundo canal". Era construir uma operação na qual a diversificação de canais, a leitura segmentada do ROAS e a realocação semanal de orçamento andassem sempre juntas, cada uma reforçando o efeito das outras.

Seção 3 · O Que Mudou

A operação foi reconstruída em duas frentes simultâneas já no primeiro mês.

Primeiro: reorganizamos toda a conta de Google Ads que a Audrey já tinha em operação.

Quando assumimos a conta, a empresa rodava apenas campanhas de search de topo de funil e campanhas de Shopping, o que cobria parte da jornada do comprador, mas deixava grandes lacunas em momentos críticos da decisão de compra. Implementamos, em paralelo, campanhas de search de meio e de fundo de funil para alcançar o usuário em estágios diferentes da pesquisa, além das campanhas de marca (branded) para garantir que a Audrey ocupasse os resultados do seu próprio nome quando alguém já estivesse procurando especificamente pela marca. A conta que vinha produzindo resultados "ok" fechou maio de 2021 com 10,19x de ROAS, ainda dentro do primeiro mês após essa reorganização.

Segundo: lançamos o Meta do zero, sem histórico nenhum.

Zero dados acumulados, zero eventos de pixel registrados, zero audiência construída. Começamos pelo primeiro criativo e fomos calibrando a operação semana a semana. No final daquele mesmo mês, o Meta fechou com 7,87x de ROAS Total, e a campanha de Dia das Mães, dentro daquele primeiro mês, sozinha registrou 31,19x.

Foi assim o mês um.

Ao longo dos cinco anos seguintes, os dois canais passaram a escalar lado a lado, cada um com a função que melhor sabia desempenhar. No Google, capturamos quem chegava com intenção declarada de compra, buscando equipamentos específicos. No Meta, construímos alcance entre quiropratas, massagistas, esteticistas, donos de clínica e operadores do mercado fitness que se encaixavam no perfil de comprador, mas que ainda não tinham começado a pesquisar ativamente. Trimestre a trimestre, fomos ajustando a integração entre os dois canais com mais precisão, observando quais audiências do Meta acabavam alimentando as buscas de marca no Google, e quais palavras-chave do Google sinalizavam coortes de cliente com maior LTV que valiam a pena retrabalhar dentro do Meta.

Os relatórios migraram para ROAS segmentado por canal, por campanha, por audiência e por criativo. O ROAS Total continuou ocupando o resumo mensal como métrica principal, mas, por trás desse número, eram os indicadores segmentados que de fato conduziam a realocação semanal de orçamento.

O salto que veio ao longo dos cinco anos não foi resultado de uma grande virada técnica ou de uma otimização única e definitiva. Foi consequência de manter, mês após mês, a disciplina de ler os números na granularidade certa e tomar decisões com base nessa leitura.

Seção 4 · As Métricas

AnoROAS Total
2021 (ano 1)7,0x
20227,0x
20239,5x
20248,9x 1
202511,3x

1 Em 2024, o principal fornecedor da Audrey teve um incêndio na fábrica. O estoque de equipamentos importados travou, sem prazo previsível para chegada de novos produtos, e a transição completa para outros fornecedores estava em andamento. O orçamento de mídia precisou ser puxado para baixo de forma significativa. Ainda assim, o ROAS Total se manteve acima de 8x ao longo do ano.

MétricaValor
Pico de ROAS no Meta (ago/2025)16,37x
Pico de ROAS no Google (ago/2023)15,70x
Campanha de Dia das Mães no Meta (mês 1 · mai/2021)31,19x
Receita atribuída totalR$ 20 milhões+
Tempo de parceria5 anos em andamento

Como ler essa tabela: o ROAS Total subiu em todos os anos da parceria, com uma única queda registrada em 2024, causada diretamente por uma crise de fornecimento que estava fora do controle da operação de mídia paga. Mesmo nessa queda, o número se manteve acima de 8x ao longo do ano inteiro. Do primeiro ano (com ROAS de 7x) ao quinto ano (com 11,3x), o que sustentou o salto não foi um único movimento decisivo, mas a soma consistente dos elementos que alimentam a operação por trás dos números: a leitura segmentada do ROAS, a realocação semanal de orçamento, e a resiliência que vem de ter dois canais escalando juntos em vez de um só carregando todo o peso.

Seção 5 · O Impacto no Negócio

O que mudou para a Audrey ao longo desses cinco anos não está só refletido na tabela de ROAS. Está, antes de tudo, no que o Guilherme passou a poder fazer com o tempo que antes era consumido por uma operação que dependia diariamente dele.

Ele deixou de abrir o gerenciador de anúncios toda segunda-feira de manhã para tentar antecipar se a semana seguinte seria boa ou ruim. Passou a usar o tempo dele em frentes que só um fundador pode tocar: planejamento de estoque, relacionamento com fornecedores, desenvolvimento de novas linhas de produto, planos de expansão para o varejo físico. A mídia paga deixou de ser a frente do negócio que dependia diretamente da atenção dele para funcionar.

Quando a crise do fornecedor chegou em 2024, com o incêndio na fábrica do principal parceiro, o efeito dessa estrutura ficou ainda mais visível. Um negócio com motor de growth frágil teria colapsado sob a combinação de falta de estoque com prazo de reposição indefinido. A Audrey, ao contrário, conseguiu absorver o choque: puxou o investimento de mídia para baixo no momento em que o estoque não suportava o volume, e a operação seguiu de pé. O Guilherme passou aquele ano resolvendo o problema do fornecimento, sem precisar resolver, ao mesmo tempo, o problema do tráfego pago.

O resultado mais profundo de cinco anos de parceria em mídia paga não está na curva de ROAS em si. Está no espaço de decisão que a previsibilidade dessa curva, construída ano após ano, devolveu ao fundador.

Antes de trabalhar com a Loocro, a minha marca sofria com altos e baixos nas vendas, e cada mês era um desafio porque era impossível prever a receita mensal. Os nossos anúncios estavam "ok", e a gente nunca tinha explorado nenhuma outra plataforma além do Google Ads.

No primeiro mês com a Loocro, a receita disparou. Começamos a anunciar no Meta, que deu um ROAS absurdo desde o primeiro dia, e a nossa conta do Google Ads finalmente começou a escalar com um CAC melhor do que o que a gente vinha tendo antes.

Está assim há cinco anos. Recomendo a Loocro como parceiro de growth, sem dúvida nenhuma.

Guilherme Aiup Guilherme Aiup Founder @ Audrey
Perguntas que fundadores de e-commerce costumam fazer sobre esse case

FAQ

Como um ROAS de 11,3x é possível? Esse número parece alto demais.
É alto, mas é completamente possível dentro do contexto da Audrey, e por três motivos que se somam. Primeiro, a margem do produto é forte, porque equipamento profissional de qualidade tem ticket médio que sustenta esse tipo de retorno. Segundo, o perfil de comprador da marca é muito bem definido, o que permite uma segmentação precisa em todas as campanhas. Terceiro, ao longo de cinco anos de operação, a marca acumulou histórico de pixel e de audiência que potencializa cada nova rodada de campanha rodando em cima de uma base já madura. Em outras palavras, não fabricamos o número de 11,3x: construímos, ao longo do tempo, as condições para que os fundamentos econômicos do próprio negócio da Audrey aparecessem com clareza nos relatórios. Num produto com margem diferente ou perfil de comprador menos delimitado, o número absoluto seria outro, mas a disciplina que sustenta o resultado seria exatamente a mesma.
Qual foi o papel da campanha de Dia das Mães, com 31,19x? Foi um número isolado?
A campanha de Dia das Mães registrou o maior ROAS de uma campanha individual no primeiro mês de operação, mas isso não foi sorte e nem foi um número isolado dentro do trabalho. Os picos sazonais (Dia das Mães, Natal, Black Friday) entregaram, de forma consistente, campanhas entre 15x e 30x de ROAS ao longo dos cinco anos da parceria. Esses picos sazonais são úteis para mostrar a capacidade de explosão da operação em momentos específicos, mas o que de fato sustenta o negócio da Audrey é outro número: o ROAS Total de 11,3x que a operação inteira mantém ano após ano, somando todas as campanhas, todos os canais e todas as épocas do ano.
O ano 4 mostrou uma queda no ROAS. O sistema parou de funcionar nesse momento?
Não, e a explicação para a queda de 2024 está totalmente fora da operação de mídia paga em si. Naquele ano, o principal fornecedor de equipamentos da Audrey teve um incêndio na fábrica, o estoque travou sem prazo previsível para chegada de novos produtos importados, e a transição para outros fornecedores acabou levando meses para se estabilizar. A Loocro precisou puxar o investimento em mídia para baixo durante esse período, porque o estoque disponível não suportava o volume de vendas que vinha sendo entregue até então. Mesmo nesse cenário, o ROAS Total se manteve acima de 8x ao longo de todo o ano, o que é justamente a prova de resistência da operação: um sistema bem construído absorve choques externos em vez de colapsar sob eles.
Somos um e-commerce menor. Esses números se aplicam a uma empresa do nosso porte?
O número absoluto de ROAS não se transfere diretamente, porque os fundamentos do produto, a margem operacional e o perfil de audiência da Audrey são específicos do negócio dela. O que se transfere é o modelo de trabalho por trás dos números: resiliência por ter dois canais escalando juntos em vez de depender de um só, leitura segmentada do ROAS em vez de leitura agregada, realocação semanal de orçamento com base nessa leitura, e ganho consistente ao longo dos trimestres a partir de decisões disciplinadas. A Loocro já aplicou esse mesmo modelo em e-commerces que faturam um décimo do tamanho da Audrey, e em outros que faturam dez vezes mais. A disciplina é a mesma, os números absolutos é que mudam conforme o contexto de cada operação.
Em quanto tempo o novo sistema começou a aparecer nos números?
Já no primeiro mês de operação. A Audrey fechou aquele primeiro mês com a Loocro entregando 10,19x de ROAS no Google e 7,87x no Meta, ambos os números acima do que a conta vinha apresentando antes do início da parceria. Esse salto inicial é a parte que aparece rápido, e veio diretamente da reestruturação que aplicamos logo de saída nos dois canais. Já o salto maior, de 7x para 11,3x de ROAS Total ao longo dos anos, é o tipo de resultado que só aparece quando a disciplina operacional é sustentada trimestre após trimestre, durante anos seguidos. A diferença entre os dois tipos de salto é importante: o primeiro depende da técnica e da reestruturação inicial; o segundo depende da consistência ao longo do tempo.
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Trinta minutos da sua agenda, com os números que você tiver à mão. Vamos olhar juntos o seu mix de canais, o seu ROAS Total comparado com o segmentado, o tempo de payback do seu CAC, e onde o relatório atual da sua operação pode estar escondendo o que de fato está acontecendo por trás dos indicadores. Você sai da chamada com uma leitura mais clara da situação e decide, do seu lado, o que fazer com essa informação.